A fase final terminou com Vitória e Bahia somando dez pontos. O Vitória da Conquista foi o terceiro colocado, com oito, enquanto o Itabuna fez seis, em quarto.
Na luta do Kriptonita (nome da torcida do Vitória da Conquista) contra o super-Homem (mascote do Bahia), o Tricolor mostrou que os super-heróis sempre se dão bem no final. No final, pois no início os visitantes até que assustaram, com um chute de Artur, em cobrança de falta, que passou por cima do travessão de Darci.
Depois, para o alto e avante, só deu Bahia no primeiro tempo. Com 22 de jogo, Ávine fez fila na zaga, mas na marca do pênalti e tropeçou no momento do chute. Quatro minutos depois, Pantico recebeu na cara do gol, tentou passar por Ananias e perdeu a bola e uma grande chance.
Elias, como se tivesse visão de raio-X, deu passe preciso para Pantico, de novo, perder grande chance ao chutar por cima do gol.
Aos 40, enfim, o gol. Pantico não precisou de capa para voar e aproveitar cobrança de escanteio de Elias, da direita. O atacante ganhou no alto e cabeceou para a rede: 1 a 0.
No fim, Luciano Baiano fez jogada pela direita e Charles tocou para o fundo da rede, de cabeça. Era o último suspiro. Um gol a mais e o Tricolor era campeão, já que neste momento o Vitória vencia por 5 a 1, e com 6 a 0 o time de Paulo Comelli seria vencedor pelo saldo de gols.
O árbitro Lucio Araujo terminou a partida, e a esperança acabou. a nota triste ficou por conta da agressão que o juiz sofreu por alguns jogadores e parte da comissão técnica do Bahia.
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